2008 – ANO UNIVERSAL 1
2008 é o primeiro ano do primeiro ciclo numerológico completo de nove anos do séc. XXI.
O século 21, que iniciou em 2001 (e não em 2000, como muitos pensam) teve seu primeiro ciclo numerológico completo (de nove anos) iniciado em 1999 (Ano Universal 1). Um ciclo que começou ainda no século XX, trazendo consigo (até 2007 – Ano Universal 9) muitas das vibrações do século XX.
Portanto, até 2007 a Humanidade ainda estava, em parte, recebendo e emitindo as vibrações geradas durante o século XX.
Somente agora, a partir de 1º de janeiro de 2008 é que passamos a viver, numerologicamente, um novo século, quando os ciclos se renovam e as forças da natureza se regeneram.
Interessante e curioso observar que 21 é igual a 3. Ou seja: 2+1 =3; e que 1º de janeiro de 2008 é um Dia Universal 3. E o número 3 é uma vibração que traz consigo alegria, manifestação, artes e novos contatos. Isso indica a possibilidade de – ao contrário do século XX, que foi um período de divisões e guerras - este (séc XXI) vir a ser o momento em que a Humanidade busque mais a harmonia entre si e com a Natureza que a gerou, assim como uma maior transcendência através de vibrações uníssonas com o Cosmos.
Mas, durante este ano de 2008 – o primeiro ano de um ciclo de nove anos que terminará em 2016 (Ano Universal 9) estaremos vivendo em um Ano Universal 1.
ANO UNIVERSAL 1
Um Ano Universal 1 é um período de recomeço ou ressurreição, e suas vibrações atraem forças renovadoras dando a todos um maior ímpeto de vida, o que fará com que muitas pessoas venham a ter idéias criativas, a imaginação prolifere e que todos, em geral, se sintam mais fortes e dinâmicos.
Este é o período ideal para semear. O que fizermos durante 2008 repercutirá, inevitavelmente, durante os demais oito anos do ciclo. Portanto, deveremos agir, ir em frente, mas com a consciência necessária dos possíveis resultados de nossas ações. No entanto, não devemos deixar que o medo, a insegurança ou a hesitação sobrevenha como empecilhos à nossa vontade.
As idéias deverão ser postas em prática, porque a nova energia não poderá ser conservada estagnada – sob pena de se transformar em energia destrutiva - mas despendida de maneira prolífica e criativa.
A busca de renovação implica, também, em descartar atitudes e idéias negativas. Por isso, deve-se evitar, ao máximo, a depressão e a autocomplacência, e a ação deverá ser concentrada visando-se o conjunto social assim como o desenvolvimento espiritual – e não somente a prosperidade individual.
Ir em frente significa buscar seus ideais, esforçar-se por prosperar, estar atento para as oportunidades que surgirem, reivindicar o que é seu por justiça e esforçar-se por transcender os próprios limites.
Mas deveremos ter o cuidado de não nos mostrarmos demasiado individualistas, evitando prejudicar os demais com nossas atitudes ou ações. Ao mesmo tempo, deveremos, sim, agir com independência e destemidamente, pois só assim poderemos conquistar o que é nosso por direito cósmico. A busca do equilíbrio entre ser independente, mas não demasiado individualista é um dos desafios pessoais de um Ano Universal 1.
Em termos mundiais, é um ano que poderá originar descobertas, tanto científicas quanto artísticas, porque este é um período de renovação cíclica.
Como é o início de um ciclo universal, surge a necessidade de reavaliação das políticas, tanto a nível nacional como mundial. Isso poderá implicar em medidas coercitivas – desde a tentativa de controle da Internet até a deflagração de novos conflitos.
Há a probabilidade, também, mais que em outros períodos, do deflagrar de novas guerras ou da explosão de movimentos sociais na busca de justiça. A força de cada um depende da união de todos e as pessoas estarão desejosas de se unirem para reivindicar seus direitos tantas vezes aviltados.
O Brasil passa por um período de transição, que inclui instabilidade e insegurança.
Aproveitando-se disso, a grande mídia poderá tentar gerar um clima de caos obrigando o governo a retomar práticas ultrapassadas e reacionárias ao aliar-se aos grupos direitistas do Congresso.
Isso fará com que perca de vez as suas últimas características progressistas, gerando grande desconfiança popular e provocando o aumento das ações dos movimentos sociais marginalizados.
A MAGIA DO 1
O número 1 – Mônada – segundo os pitagóricos é “o princípio de todas as coisas”, ou: “arche ton panton he monas”.
É simbolizado como o ponto dentro do círculo, significando a primeira manifestação da Criação. A Mônada permanece idêntica a si mesma entre os números, pois nenhum número pode ser tirado dela ou separado de sua unidade.
Na Árvore da Vida – um Arquétipo universal que os judeus assimilaram dos assírios – o número 1 corresponde a KETHER – Coroa – que significa a Força ou primeira emanação manifestada.
No Tarô, a carta-arcano 1 é “O MAGO”. Mostra um homem de pé em frente a uma mesa onde estão diversos objetos: uma faca, simbolizando o princípio ativo; uma taça, simbolizando o princípio passivo e um pentagrama, simbolizando a vontade humana.
A sua mão direita, onde está uma varinha de condão, está estendida para cima, enquanto a mão esquerda aponta para baixo. É uma figura que simboliza o poder que o ser humano tem, a princípio, de unir o espiritual ao telúrico, de dissolver ou de coagular.
Compreendendo os princípios da Natureza, o Homem é capaz de buscar a união com o Cosmo através da ação de sua Vontade. Também significa o homem libertado, agindo com livre-arbítrio, negando-se a se sujeitar a alguma egrégora submissa ao negativo turbilhão astral de Baphomet.
Aliás, a esse obscuro turbilhão astral é que estão ligadas algumas seitas, ou sociedades ditas “secretas”. Autodenominam-se eleitos, ou iniciados e representam uma ínfima parcela da humanidade, fazendo do segredo uma arma para deter o poder. E, através desse poder, manipular as demais pessoas.
Geralmente, dizem-se magos. Mas o que é Magia, senão o conhecimento da Natureza, profundamente, em todos os seus planos? E o que os “magos”, os que guardam consigo essas verdades tão secretas, fazem com esse conhecimento?
“Por seus frutos os conhecereis” – disse Jesus.
E os frutos de séculos de dominação dessas pessoas, principalmente no mundo ocidental, estão à vista de todo aquele que tiver olhos para querer ver:
- Manipulação da natureza para construir armas de destruição em massa.
- Manipulação das pessoas através dos meios de comunicação de massa.
- Destruição acelerada dos ecossistemas através do desmatamento, caça predatória, emissão de gases poluentes e demais fatores geradores do desequilíbrio ambiental.
- Imposição de uma ideologia maniqueísta apoiada através de guerras, destruição e miséria.
- Aumento das desigualdades sociais, da fome, ignorância e pobreza.
Por ação ou por omissão, esse grupo de pessoas que pertence às classes dominantes, tem uma grande parcela de culpa em tudo o que está acontecendo em nosso pequeno planeta.
Ou são detentores de um poder secreto, ao qual se apegam, e que tem a ver com magia, com os segredos da natureza, ou não tem poder algum.
Se não tem poder algum, a única razão do segredo é para que os “profanos” não descubram a sua impotência.
Se, de fato, os segredos que retém para si são fonte de poder, as conseqüências desse poder mostram-se nefastas.
A magia utilizada por esse grupo é, obviamente, magia negra, porque são pessoas centradas em si mesmas, em objetivos pessoais, e a principal característica da magia negra é o egoísmo.
Neste Ano Universal 1 de 2008 a principal previsão que se pode fazer é o desmascaramento das malignas práticas dessas pessoas.
Este é um momento ideal para uma limpeza, quando todos deveremos descartar aquilo que não serve mais para a Humanidade. Para isso, será necessário, também, exorcizarmos de dentro de nós o mago negro do egoísmo, que, vez por outra, tende a freqüentar o nosso ego.
Uma ação conjunta também se faz necessária no sentido de acabar-se com as mistificações ditas esotéricas, que, ao mais das vezes, levam as pessoas à alienação.
Mas, deve-se dar o devido valor a todos aqueles que, dentro de uma visão holística do Universo procuram doar-se e difundir os seus conhecimentos – sem preconceitos ou discriminação social.
Independente do Ano Pessoal de cada um, toda a Humanidade estará iniciando um novo ciclo em 2008. E deveremos juntos, empreender essa limpeza, tão necessária para que possamos iniciar este novo ciclo purgados dos aspectos maléficos que impedem a nossa evolução e progresso espiritual.
OS NÚMEROS DE 2008
O ano de 2008 - Ano Universal 1 – é composto pelos algarismos 2, 0 e 8.
O número 2 denota profundidade, pesquisa, cooperação, amizade, diplomacia, detalhes.
No alfabeto hebraico, 2 é BETH, simbolizando a boca humana. BETH designa o interior, o poder plasmante, o germe, a maternidade, a criação, a habitação, o objeto central.
A carta-arcano 2, do Tarô, é chamada de “A GRÃ-SACERDOTISA”, e simboliza as ciências ocultas, a união dos opostos e a fecundidade resultante dessa união.
O número 8, no alfabeto hebraico, é CHETH, significando, literalmente, “campo para cultivo”.
A carta-arcano 8, do Tarô, mostra uma mulher dominando um leão, simbolizando a inteligência humana sobrepujando a força bruta. É uma carta que sugere a possibilidade do ser humano superar o seu lado mais material e grosseiro através da vontade e da inteligência. Dessa forma, poderá almejar para si a Justiça e o Equilíbrio espiritual com os demais seres.
O Zero, mais que um número, é um conceito. Por isso, em Numerologia, o Zero é considerado como o mensageiro dos números.
Mensageiro, porque o nome que representa o símbolo vem do latim Zephirum, que, por sua vez, é uma transliteração do árabe Sifr – com a idéia de significar o vazio entre os números.
Na mitologia greco-romana, Zéfiro é o nome do vento do Ocidente, que dá vida à Natureza e é o mensageiro da primavera.
Portanto, Zero é o Nada de onde todos os números-vibrações surgem. Está relacionado à idéia de universo, de transcendência e de imaterialidade.
Somando-se os números que compõem 2008 – 2+0+0+8 – encontramos o número 1 (ou 2+8 = 10 = 1+0 =1), que é o número do Ano Universal.
2008, como Ano Universal 1, é o ano que representa o início de um ciclo para a Humanidade. Momento de retomada de consciência e de avaliação de tudo o que tem sido feito até então. De desmascaramento daqueles que, de maneira egoísta, usam o poder para o mal.
Mas, principalmente, deve ser um ano durante o qual devemos buscar a verdadeira magia, que consiste na comunhão com a Natureza, nossa mãe.
Um ano em que todos nós devemos ser os magos, os agentes transformadores, com o objetivo universalista de fazer da Terra um lugar de paz, amor e igualdade social.
Não se deixe enganar. Numerologia não é mistificação.