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2008 – ANO UNIVERSAL 1

 

 

 

         2008 é o primeiro ano do primeiro ciclo numerológico completo de nove anos do séc. XXI.

         O século 21, que iniciou em 2001 (e não em 2000, como muitos pensam) teve seu primeiro ciclo numerológico completo (de nove anos) iniciado em 1999 (Ano Universal 1). Um ciclo que começou ainda no século XX, trazendo consigo (até 2007 – Ano Universal 9) muitas das vibrações do século XX.

Portanto, até 2007 a Humanidade ainda estava, em parte, recebendo e emitindo as vibrações geradas durante o século XX.

Somente agora, a partir de 1º de janeiro de 2008 é que passamos a viver, numerologicamente, um novo século, quando os ciclos se renovam e as forças da natureza se regeneram.

Interessante e curioso observar que 21 é igual a 3. Ou seja: 2+1 =3; e que 1º de janeiro de 2008 é um Dia Universal 3. E o número 3 é uma vibração que traz consigo alegria, manifestação, artes e novos contatos. Isso indica a possibilidade de – ao contrário do século XX, que foi um período de divisões e guerras - este (séc XXI) vir a ser o momento em que a Humanidade busque mais a harmonia entre si e com a Natureza que a gerou, assim como uma maior transcendência através de vibrações uníssonas com o Cosmos.

Mas, durante este ano de 2008 – o primeiro ano de um ciclo de nove anos que terminará em 2016 (Ano Universal 9) estaremos vivendo em um Ano Universal 1.

 

ANO UNIVERSAL 1

 

Um Ano Universal 1 é um período de recomeço ou ressurreição, e suas vibrações atraem forças renovadoras dando a todos um maior ímpeto de vida, o que fará com que muitas pessoas venham a ter idéias criativas, a imaginação prolifere e que todos, em geral, se sintam mais fortes e dinâmicos.

Este é o período ideal para semear. O que fizermos durante 2008 repercutirá, inevitavelmente, durante os demais oito anos do ciclo. Portanto, deveremos agir, ir em frente, mas com a consciência necessária dos possíveis resultados de nossas ações. No entanto, não devemos deixar que o medo, a insegurança ou a hesitação sobrevenha como empecilhos à nossa vontade.

As idéias deverão ser postas em prática, porque a nova energia não poderá ser conservada estagnada – sob pena de se transformar em energia destrutiva - mas despendida de maneira prolífica e criativa.

A busca de renovação implica, também, em descartar atitudes e idéias negativas. Por isso, deve-se evitar, ao máximo, a depressão e a autocomplacência, e a ação deverá ser concentrada visando-se o conjunto social assim como o desenvolvimento espiritual – e não somente a prosperidade individual.

Ir em frente significa buscar seus ideais, esforçar-se por prosperar, estar atento para as oportunidades que surgirem, reivindicar o que é seu por justiça e esforçar-se por transcender os próprios limites.

Mas deveremos ter o cuidado de não nos mostrarmos demasiado individualistas, evitando prejudicar os demais com nossas atitudes ou ações. Ao mesmo tempo, deveremos, sim, agir com independência e destemidamente, pois só assim poderemos conquistar o que é nosso por direito cósmico. A busca do equilíbrio entre ser independente, mas não demasiado individualista é um dos desafios pessoais de um Ano Universal 1.

         Em termos mundiais, é um ano que poderá originar descobertas, tanto científicas quanto artísticas, porque este é um período de renovação cíclica.

         Como é o início de um ciclo universal,  surge a necessidade de reavaliação das políticas, tanto a nível nacional como mundial. Isso poderá implicar em medidas coercitivas – desde a tentativa de controle da Internet até a deflagração de novos conflitos.

         Há a probabilidade, também, mais que em outros períodos, do deflagrar de novas guerras ou da explosão de movimentos sociais na busca de justiça. A força de cada um depende da união de todos e as pessoas estarão desejosas de se unirem para reivindicar seus direitos tantas vezes aviltados.

         O Brasil passa por um período de transição, que inclui instabilidade e insegurança.

         Aproveitando-se disso, a grande mídia poderá tentar gerar um clima de caos obrigando o governo a retomar práticas ultrapassadas e reacionárias ao aliar-se aos grupos direitistas do Congresso.

         Isso fará com que perca de vez as suas últimas características progressistas, gerando grande desconfiança popular e provocando o aumento das ações dos movimentos sociais marginalizados.

 

 

         A MAGIA DO 1

 

         O número 1 – Mônada – segundo os pitagóricos é “o princípio de todas as coisas”, ou: “arche ton panton he monas”.

É simbolizado como o ponto dentro do círculo, significando a primeira manifestação da Criação. A Mônada permanece idêntica a si mesma entre os números, pois nenhum número pode ser tirado dela ou separado de sua unidade.

Na Árvore da Vida – um Arquétipo universal que os judeus assimilaram dos assírios – o número 1 corresponde a KETHER – Coroa – que significa a Força ou primeira emanação manifestada.

No Tarô, a carta-arcano 1 é “O MAGO”. Mostra um homem de pé em frente a uma mesa onde estão diversos objetos: uma faca, simbolizando o princípio ativo; uma taça, simbolizando o princípio passivo e um pentagrama, simbolizando a vontade humana.

A sua mão direita, onde está uma varinha de condão, está estendida para cima, enquanto a mão esquerda aponta para baixo. É uma figura que simboliza o poder que o ser humano tem, a princípio, de unir o espiritual ao telúrico, de dissolver ou de coagular.

Compreendendo os princípios da Natureza, o Homem é capaz de buscar a união com o Cosmo através da ação de sua Vontade. Também significa o homem libertado, agindo com livre-arbítrio, negando-se a se sujeitar a alguma egrégora submissa ao negativo turbilhão astral de Baphomet.

 

Aliás, a esse obscuro turbilhão astral é que estão ligadas algumas seitas, ou sociedades ditas “secretas”. Autodenominam-se eleitos, ou iniciados e representam uma ínfima parcela da humanidade, fazendo do segredo uma arma para deter o poder. E, através desse poder, manipular as demais pessoas.

         Geralmente, dizem-se magos. Mas o que é Magia, senão o conhecimento da Natureza, profundamente, em todos os seus planos? E o que os “magos”, os que guardam consigo essas verdades tão secretas, fazem com esse conhecimento?

         “Por seus frutos os conhecereis” – disse Jesus.

         E os frutos de séculos de dominação dessas pessoas, principalmente no mundo ocidental, estão à vista de todo aquele que tiver olhos para querer ver:

         - Manipulação da natureza para construir armas de destruição em massa.

         - Manipulação das pessoas através dos meios de comunicação de massa.

         - Destruição acelerada dos ecossistemas através do desmatamento, caça predatória, emissão de gases poluentes e demais fatores geradores do desequilíbrio ambiental.

         - Imposição de uma ideologia maniqueísta apoiada através de guerras, destruição e miséria.

         - Aumento das desigualdades sociais, da fome, ignorância e pobreza.

 

         Por ação ou por omissão, esse grupo de pessoas que pertence às classes dominantes, tem uma grande parcela de culpa em tudo o que está acontecendo em nosso pequeno planeta.

         Ou são detentores de um poder secreto, ao qual se apegam, e que tem a ver com magia, com os segredos da natureza, ou não tem poder algum.

         Se não tem poder algum, a única razão do segredo é para que os “profanos” não descubram a sua impotência.

         Se, de fato, os segredos que retém para si são fonte de poder, as conseqüências desse poder mostram-se nefastas.

         A magia utilizada por esse grupo é, obviamente, magia negra, porque são pessoas centradas em si mesmas, em objetivos pessoais, e a principal característica da magia negra é o egoísmo.

 

         Neste Ano Universal 1 de 2008 a principal previsão que se pode fazer é o desmascaramento das malignas práticas dessas pessoas.

         Este é um momento ideal para uma limpeza, quando todos deveremos descartar aquilo que não serve mais para a Humanidade. Para isso, será necessário, também, exorcizarmos de dentro de nós o mago negro do egoísmo, que, vez por outra, tende a freqüentar o nosso ego.

         Uma ação conjunta também se faz necessária no sentido de acabar-se com as mistificações ditas esotéricas, que, ao mais das vezes, levam as pessoas à alienação.

  Mas, deve-se dar o devido valor a todos aqueles que, dentro de uma visão holística do Universo procuram doar-se e difundir os seus conhecimentos – sem preconceitos ou discriminação social.

         Independente do Ano Pessoal de cada um, toda a Humanidade estará iniciando um novo ciclo em 2008. E deveremos juntos, empreender essa limpeza, tão necessária para que possamos iniciar este novo ciclo purgados dos aspectos maléficos que impedem a nossa evolução e progresso espiritual.

 

 

 OS NÚMEROS DE  2008

 

 

         O ano de 2008 - Ano Universal 1 – é composto pelos algarismos 2, 0 e 8.

        

         O número 2 denota profundidade, pesquisa, cooperação, amizade, diplomacia, detalhes.

         No alfabeto hebraico, 2 é BETH, simbolizando a boca humana. BETH designa o interior, o poder plasmante, o germe, a maternidade, a criação, a habitação, o objeto central.

         A carta-arcano 2, do Tarô, é chamada de “A GRÃ-SACERDOTISA”, e simboliza as ciências ocultas, a união dos opostos e a fecundidade resultante dessa união.

 

         O número 8, no alfabeto hebraico, é CHETH, significando, literalmente, “campo para cultivo”.

         A carta-arcano 8, do Tarô, mostra uma mulher dominando um leão, simbolizando a inteligência humana sobrepujando a força bruta. É uma carta que sugere a possibilidade do ser humano superar o seu lado mais material e grosseiro através da vontade e da inteligência. Dessa forma, poderá almejar para si a Justiça e o Equilíbrio espiritual com os demais seres.

 

         O Zero, mais que um número, é um conceito. Por isso, em Numerologia, o Zero é considerado como o mensageiro dos números.

         Mensageiro, porque o nome que representa o símbolo vem do latim Zephirum, que, por sua vez, é uma transliteração do árabe Sifr – com a idéia de significar o vazio entre os números.

         Na mitologia greco-romana, Zéfiro é o nome do vento do Ocidente, que dá vida à Natureza e é o mensageiro da primavera.

         Portanto, Zero é o Nada de onde todos os números-vibrações surgem. Está relacionado à idéia de universo, de transcendência e de imaterialidade.

 

         Somando-se os números que compõem 2008 – 2+0+0+8 – encontramos o número 1 (ou 2+8 = 10 = 1+0 =1), que é o número do Ano Universal.

         2008, como Ano Universal 1, é o ano que representa o início de um ciclo para a Humanidade. Momento de retomada de consciência e de avaliação de tudo o que tem sido feito até então. De desmascaramento daqueles que, de maneira egoísta, usam o poder para o mal.

         Mas, principalmente, deve ser um ano durante o qual devemos buscar a verdadeira magia, que consiste na comunhão com a Natureza, nossa mãe.

         Um ano em que todos nós devemos ser os magos, os agentes transformadores, com o objetivo universalista de fazer da Terra um lugar de paz, amor e igualdade social.

 

 

Não se deixe enganar. Numerologia não é mistificação.
Entenda porque.

"CONHECE-TE A TI MESMO - E CONHECERÁS O UNIVERSO E OS DEUSES."


Inscrição do Templo de Delfos 

 

Numeração babilônica em cunhas

Numerologia, ou ciência dos números,
é conseqüência da necessidade ancestral
do ser humano de expressar-se através
de símbolos.

Saiba mais...

"Bismillahir Rahmanir Rahim"

PHI  - 1,618... - a divina proporção,
ou "Número de Ouro".

O Calendário Numerológico

 

  O Calendário Numerológico propicia o conhecimento das características de cada dia e mês, assim como do ano em curso. Dá-nos a possibilidade de discernir as vibrações numerológicas, que possuem características diversas entre si, mas específicas em si mesmas. Orienta em relação à melhor maneira de agir em cada período e ciclo numerológico do ano – mas deixa a cada um o livre-arbítrio para que possa escolher se deve ou não seguir as orientações.

    

 

AGOSTO - Mês Universal 9

SABEDORIA, TOLERÂNCIA, COMPREENSÃO

  

   

   Em 2008 inicia-se um novo ciclo numerológico para a Humanidade, porque este é um Ano Universal 1.

  Esta vibração - 1 - dá a todos a vontade de mostrarem-se mais ativos e dinâmicos porque é uma energia renovadora.   Isso fará com que as pessoas sintam a necessidade de ir em frente, fazendo com que as coisas aconteçam.

   Por isso, o verbo que reflete a energia do ano de 2008 é "FAZER".

 

 

         AGOSTO

 

  

   

Mês que traz consigo uma vibração de amor pela humanidade, na qual serviço destituído de egoísmo estará prevalecendo. Ideal para o surgimento de ONGs ou movimentos em prol da paz e das melhorias políticas e sociais.

Sob o ponto-de-vista pessoal, é um mês de completação, reequilíbrio de forças, seleção e busca da compreensão. Não se deve começar nada em um mês nove, mas sim dar os retoques finais no que já está em andamento.

         Aspectos negativos a evitar: egoísmo, indiscrição, dissipação, amargura.

 

         No Tarô, o número nove é representado pela carta-arcano denominada “O Ermitão”. Simboliza aquele que ilumina o caminho, porque não tem medo das trevas e as desbrava. No entanto, muitas vezes está só, porque são raros os que tem a mesma coragem e mesma sede de conhecimento.

O nove é o número da universalidade, do conhecimento e da compreensão. Representa o fim de um ciclo dentro do Ano Universal, ao mesmo tempo em que abre um leque de possibilidades para o novo ciclo que irá começar no próximo mês.

Este (agosto) é o mês que congrega em si todas as experiências e o conhecimento adquiridos, até então, durante o ano. Isso faz com que muitos caminhos se abram, diversas possibilidades surjam... Mas devemos estar atentos para o verdadeiro caminho, o que leva ao conhecimento e à iluminação interior, mesmo que isso faça, aparentemente, que fiquemos sós. A liberdade e a sabedoria serão os frutos dessa escolha.

 

Neste mês de agosto, que vibra em 9, os dias do calendário estão em harmonia com os dias numerológicos.

 

Assim, o mês numerológico inicia no dia 1º de agosto, com um Dia Universal 1, e o mês tem três ciclos numerológicos de nove dias bem definidos.

O primeiro ciclo numerológico de agosto começa no dia 1 (Dia Universal 1) e termina no dia 9 (Dia Universal 9) .

O segundo ciclo inicia-se no dia 10 (Dia Universal 1) e termina no dia 18 (Dia Universal 9).

O terceiro ciclo numerológico de agosto tem início no dia 19,  terminando no dia 27 de agosto, com um Dia Universal 9.

Os dias 28, 29, 30 e 31 de agosto não são considerados, numerologicamente, como produtivos para quaisquer atividades.

O dia mais forte do mês será o dia 13, Dia Universal 22, dando a todos a força necessária para a realização de seus empreendimentos.

 

 

 

OBSERVAÇÕES SOBRE AGOSTO

 

·                    O mês é composto de três ciclos numerológicos completos (com nove dias) mais um mini-ciclo final de quatro dias.

·                    Os dias mais fortes do mês são os dias regidos pelos números-mestres 11 e 22. São dias de inspiração, paz, amor e favoráveis à abertura de caminhos.

·                    São eles: 2 e 29 (dias numerológicos 11) e dia 13 (dia numerológico 22).

·                    Os dias mais fortes para a tomada de iniciativas são os que vibram em 1: 1,10 e 19.

·                    Os dias ideais para a conclusão de quaisquer assuntos, mas durante os quais deveremos ter cuidados extras com os aspectos emocional e físico são os que vibram em 9: dias 9, 18 e 27.

    Os dias numerológicos correspondentes aos dias do mês estão especificados na tabela abaixo, e, sob o seu aspecto positivo, tem o seguinte significado:

 

Dia numerológico 1: iniciativa, pioneirismo, determinação.

Dia numerológico 2: detalhes, diplomacia, cooperação.

Dia numerológico 3: criatividade, sociabilidade, auto-expressão.

Dia numerológico 4: trabalho, sistema, ordem.

Dia numerológico 5: dinamismo, mudança, liberdade.

Dia numerológico 6: domesticidade, saúde, harmonia.

Dia numerológico 7: análise, pesquisa, intuição.

Dia numerológico 8: negócios, organização, equilíbrio.

Dia numerológico 9: conclusão, eliminação, compreensão.

Dia mestre 11: iluminação, inspiração, visão.

Dia mestre 22: Acontecimentos internacionais. Expansão, idealismo.

 

 

   Para encomendar o seu Calendário Numerológico Individual, personalizado, de acordo com o seu Ano Pessoal, entre em contato

 

 

Em agosto, os dias 1º, 10, 19 e 28  são vibrações numerológicas 1.

O dia 20 é um dia numerológico 2.

Os dias 3, 12, 21 e 30 são dias numerológicos 3.

Os dias 4 e 22 são vibrações numerológicas 4.

Os dias 5, 14 e 23 vibram em 5.

Os dias 6, 15 e 24 são dias numerológicos 6.

Dias 7, 16 e 25 são dias numerológicos 7.

Dias 8, 17 e 26 são vibrações numerológicas 8.

Os dias 9, 18 e 27 vibram como dias numerológicos 9.

Os dias 2 e 29 são dias-mestres 11.

Dia 13 é um dia-mestre 22.

  

  QUADRADO MÁGICO

 

Considera-se um quadrado mágico um quadrado composto por números diferentes em que a soma em cada linha, em cada coluna e nas duas diagonais principais é igual a um dado número.

  Os quadrados mágicos de ordem três já eram manipulados na China por Zou Yan (305-240 a.C.).

  O quadrado mágico era designado lo-shu e a lenda conta que foi visto pela primeira vez pelo imperador Yu na carapaça de uma tartaruga sagrada nas margens do rio Amarelo.

  A origem do nome Quadrado Mágico remontaria à antigüidade, em razão do estabelecimento de uma relação entre os quadrados mágicos e os planetas e teria sido feita pelos sabeístas (adoradores do fogo, do sol e dos astros).

  No mundo ocidental, os quadrados mágicos foram pela primeira vez referidos em 130 d.C. na obra de Téon de Esmirna. Por volta do séc. IX, os quadrados mágicos foram introduzidos no mundo da astrologia e utilizados por árabes nos cálculos dos horóscopos.

  Em 1533, Agrippa Van Nettesheim estabeleceu uma conjugação dos quadrados mágicos com os planetas e os metais.Pela influência de Agrippa, utilizava-se um grande amuleto com sete carreiras de quadrados mágicos, com a seguinte simbologia:

Quadrado mágico de 9 elementos, em chumbo, simbolizando Saturno;

de 16 elementos, em estanho, simbolizando Júpiter;

de 25 elementos, em ferro, simbolizando Marte;

de 36 elementos, em ouro, simbolizando o Sol;

de 49 elementos, em cobre, simbolizando Vênus;

de 64 elementos, em liga de prata, simbolizando Mercúrio;

de 81 elementos, em prata, simbolizando a Lua (a Lua era considerada planeta).

  Acreditava-se que o uso desse amuleto dava sorte.

  Abaixo, o Quadrado Mágico de Saturno.

4

9

2

3

5

7

8

1

6

  Observe-se que a soma é 15 em cada linha e nas duas diagonais. Um detalhe curioso deste quadrado mágico é que o número central - 5 - é a metade do maior número do quadrado, mais meio. O maior número do quadrado é 9; a metade é 4,5; mais meio  = 5.

 

 

O CÓDIGO DA VINCI, OU A DEFESA DO “SANGUE AZUL”

 

 

         Todos os que leram “O CÓDIGO DA VINCI”, de Dan Brown, devem ter ficado um pouco decepcionados com o final de típico “happy-end” norte-americano.

         No fim, o mocinho fica com a mocinha e o mundo continua girando como sempre. Tudo está bem e podemos dormir tranqüilos.

         Depois daquelas incríveis peripécias que duram quase 24 horas, percebe-se que, na verdade, nada foi revelado. Nada de novo. Nada que seja, comprovadamente, verdade.

         Mas o que surpreende, de fato, é a incrível cara-de-pau com que o autor defende os privilégios da aristocracia e da nobreza.

         Baseado na falsa e romanceada tese que Maria Madalena teria tido uma filha de Jesus e que essa filha teria dado origem à casa dos Merovíngios, de onde provieram os reis da França e, depois, de outras dinastias européias, Dan Brown defende, descaradamente, a sacralização da monarquia.

         Para os milhões de leitores que leram e acreditaram nas informações contidas no livro foi passada uma mensagem subliminar de que a nobreza, a monarquia, é algo sagrado a ser preservado indefinidamente - mesmo nos países democráticos, mas com uma casa real sustentada pelos impostos cobrados ao povo.

         O livro também é claramente sionista, na medida em que a filha de Jesus e Madalena seria descendente das casas de Judá e Benjamin, respectivamente, e, portanto, teria o direito ao trono assegurado.

         Simples assim. A tese do Direito Divino ressuscitada em pleno séc. XXI.

         É claro que o autor tenta encobrir essa tese através de um romance de muita ação, com múltiplas informações superpostas, colocadas de maneira a parecerem verdades incontestes.

         As novas informações somente parecem “novas” pela forma de “thriller” com que foi escrito o romance.

         Autores bem mais conceituados que Dan Brown, como Juan Atienza, em “O Legado Templário” e Umberto Eco em “O Pêndulo de Foucault” trataram de questões como Santo Graal, Templários, neopaganismo, etc., de uma maneira séria e desmistificadora.

         Ao contrário de Dan Brown, que, em seu livro, coloca em destaque e relevo a burguesia e a monarquia como os únicos e legítimos detentores da verdade.

         Devemos sempre ficar atentos quanto a esse tipo de literatura, porque o imperialismo cultural e a massificação não se fazem apenas através de revistas, jornais e mídia televisiva. E temos uma nova geração sedenta de novidades e disposta a aceitar qualquer "verdade" que se lhes imponha. Principalmente sob a forma de romance.

         Quanto à “Santa Ceia”, de Leonardo Da Vinci... Se Maria Madalena é João, onde está o apóstolo João? Teria ido ao banheiro?

 

   O escritor português Bernardo Sanchez da Motta faz uma crítica muito lúcida sobre "O Código Da Vinci". Leia aqui.

  

Veja... em CALENDÁRIO NUMEROLÓGICO a significação completa das vibrações numerológicas de cada dia e de cada mês de 2007.

Os Números

 

  As vibrações incidem sobre nós, mas não devemos deixar que elas nos usem. Por isso temos o livre-arbítrio para usar o aspecto mais positivo de cada número-vibração, e, de acordo com o ciclo numerológico de cada um, tentar a harmonia que atrai a felicidade.

  Nenhuma vibração numerológica é superior ou inferior a outra vibração, mas tem características específicas que a fazem diferente das demais. Cabe a cada um de nós aprender a usar as vibrações, evitando que elas nos usem de maneira negativa ou destrutiva.

 

O NÚMERO 9

 A vibração numerológica que rege o ano de 2007 é o 9. 

O 9 - Enêada - representa a Compreensão, a Realização.

Aspectos Construtivos 

 Simpatia, filantropia, amor universal, talento artístico.

 

Aspectos Negativos

   Emocionalismo, egoísmo, indiscrição, dissipação.

Aspectos Destrutivos 

   Imoralidade, amargura, falsidade, vícios. 

Características

 Conhecimento - criatividade

 Percepção ® sensibilidade.

 Amor ® doação.

 

Símbolo: os três triângulos.

Nome: THETH.

Hieróglifo: telhado (proteção).

 

 Descubra - em OS NÚMEROS - o significado oculto
dos números e sua relação esotérica com as demais
ciências herméticas.

 

 PHI – A RAZÃO ÁUREA

        ((√5+1)/2)= 1,6180339.

   A Razão Áurea tem sido motivo de estudo desde os mais remotos tempos. Ela representa, segundo os estudiosos, a mais agradável proporção entre dois segmentos ou duas medidas. Há muito identificou-se essa proporção como sendo equivalente a 1,618:1, e convencionou-se identificá-la por Phi.

O número Phi aparece com uma constância notável na Natureza. Podemos encontrá-lo na forma de crescimento das plantas e dos demais seres vivos, nos chifres dos cordeiros selvagens, nas presas dos elefantes, na distribuição das sementes das plantas,  nos caracóis, nas coníferas, nas escamas de peixes e em tantos outros locais, os quais estejamos dispostos a enumerar ou mesmo a encontrar.

  O homem também se apropriou de Phi para realizar inúmeras obras e monumentos. Desde as mais remotas épocas, até os dias atuais, temos construído com a ajuda de Phi, por ser ele o número que expressa, segundo nossos conceitos de beleza, a mais perfeita relação de harmonia já conseguida pelas mãos humanas.

  As catedrais góticas (em francês, art gotique), construídas na Idade Média, estão repletas de simbolismo, e o número PHI está presente em todas elas. Supõe-se que essas construções são devidas à (re)descoberta, pelos Templários de determinados segredos que teriam dado origem, mais tarde à formação das associações de pedreiros livres – os free-maçons -, que formaram a Maçonaria Operativa. 
  Essas associações usavam uma linguagem especial - o argot, que significa gíria – para comunicar-se entre si, sem que os "profanos" pudessem ter acesso aos seus conhecimentos.

  O matemático italiano Leonardo Pisano, cujo apelido era Fibonacci, transcreveu o que seria uma das seqüências mais instigantes da matemática, que entrou para a história como a seqüência Fibonnaci (série de números infinitos onde cada número é a soma dos dois anteriores onde os primeiros números são 0 e 1)

1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, ...

  Dividindo dois termos consecutivos da sucessão (o número maior pelo menor) vamos obter as sucessivas aproximações de PHI.(Não confundir com PI, que é 3.142857...'); PHI (34:21 = 1,619) (89:55 = 1,618)

  A escola grega de Pitágoras estudou e observou muitas  relações e modelos numéricos que apareciam na natureza, na beleza, na estética, na harmonia musical e outros,  e entre elas uma se destacou: 1.618033988749895. Esta razão foi muito usada por Phidias (um escultor grego), e em função das primeiras letras de seu nome usamos Phi para representar o valor numérico do que
conhecemos como razão dourada

 

A ESCOLA DE PITÁGORAS

   A escola de Pitágoras tinha várias características peculiares. Cada novo membro era obrigado a passar um período de cinco anos de contemplação em profundo silêncio. Os membros tinham tudo em comum e rejeitavam alimento de origem animal; acreditavam na doutrina da metempsicose e eram inspirados por uma fé ardente em seu mestre e fundador. A tal ponto o elemento fé entrava em seu aprendizado que "auto epha" – "Ele o disse" – equivalia para eles a uma prova definitiva.

   O ensino era em grande parte secreto, e certos estudos e conhecimentos eram confiados a cada classe e grau de instrução. Mérito e capacidade bastavam, por si sós, para permitir a qualquer um passar para as classes superiores e ao conhecimento dos mistérios mais recônditos. A ninguém era permitido escrever qualquer doutrina secreta e, supõe-se, nenhum discípulo jamais quebrou essa regra até depois de sua morte e dispersão da escola.

   Há registros de que sua instrução a seus seguidores era formulada em duas grandes divisões – a ciência dos números e a teoria da magnitude. A primeira divisão incluía duas ramificações. Aritmética e harmonia musical; a segunda era subdividida no estudo da magnitude em repouso – a Geometria, e da magnitude em movimento – Astronomia.

   Os princípios que governam os Números eram, ao que se supunha, os princípios de todas as Existências Reais. E como os números são os principais constituintes das qualidades matemáticas, e ao mesmo tempo apresentam muitas analogias com várias realidades, deduziu-se que os elementos dos Números eram os elementos das Realidades. As modalidades de pensamento introduzidas por Pitágoras, e seguidas por seu sucessor Jâmblico e por outros, ficaram conhecidas posteriormente pelos títulos de "escola italiana" ou "escola dórica".

   Os sucessores de Pitágoras confiavam seu conhecimento a discípulos aptos por seleção e treinamento para recebê-lo, em segredo. Mas aos outros, não-iniciados, era dado através de nomes e noções numéricas e matemáticas. Daí que, tendo em vista uma concepção mais profunda, os primeiros chamassem as formas de número; um ponto de mônada; uma linha de díada; uma superfície de tríada; e um sólido de tétrada.

      O conhecimento intuitivo estava relacionado com o tipo mônada.

      Razão e causação estavam relacionadas com o tipo díada.

      Imaginação (forma ou rupa) relacionava-se com o tipo tríada.

      Sensação de objetos materiais relacionava-se com o tipo tétrada.

   "Os números de Pitágoras", diz Porfírio, que viveu por volta de 300 d.C., "eram símbolos hieroglíficos, por meio dos quais ele explicava todas as idéias referentes à natureza das coisas".

   A tradição narra que os estudantes da escola pitagórica, a princípio classificados como Exoterici ou Auscultantes (ouvintes), tinham o privilégio de elevar-se por mérito e capacidade aos mais altos graus de Genuini, Perfecti, Mathematici, ou ao mais cobiçado de Esoterici.

   De acordo com H. P. Blavatsky, "Os números são uma chave das antigas visões da cosmogonia em seu sentido lato, considerados tanto espiritual como fisicamente, e da evolução da espécie humana; todo sistema de misticismo religioso é baseado em numerais. A sacralidade dos números começa com a Grande causa Primeira, o Um, e termina só com o nada ou zero – símbolo do universo infinito e ilimitado." Ísis Unveiled, vol. II, 407.

 

(Excerto do livro "OS NÚMEROS", de W. Wynn Westcott.)

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